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segunda-feira, 11 de abril de 2016

1 filme por dia: Rua Cloverfield, 10. Spoilers

Sinopse: Uma jovem (Mary Elizabeth Winstead) sofre um grave acidente de carro e acorda no porão de um desconhecido. O homem (John Goodman) diz ter salvado sua vida de um ataque químico que deixou o mundo inabitável, motivo pelo qual eles devem permanecer protegidos no local. Desconfiada da história, ela tenta descobrir um modo de se libertar — sob o risco de descobrir uma verdade muito mais perigosa do que seguir trancafiada no bunker.

OKAY. Então, decidi começar essa série nova no blog com um filme novo, ainda está em cartaz. 
Considerações pessoais: o filme é realmente muito bom e apesar de odiar remakes, gostei desse. O original era mais sobre sobreviver, filmado com uma câmera de mão bem no estilo Atividade Paranormal. Esse foi mais sofisticado, com atores conhecidos e uma beleza de produção. Nesse vemos mais um terror psicológico. 
Michelle sofre o acidente de carro e acorda no bunker de Howard, que o construiu junto a Emmett. Ela não acredita firmemente em Howard, acha, assim como achei, que ele é apenas um tarado que a trancou no subsolo. Emmett não deveria estar lá, Howie não queria, mas acreditou tanto na conversa dele, que lutou pra entrar. Você fica colado à cadeira até o fim, os 3 personagens são mais que suficientes para o decorrer do filme ser espetacular.

Enfim, desde o início fiquei com um pé atrás em relação a Howard. Por que ele construiu o bunker? Ele existia muito antes de qualquer coisa acontecer na superfície e seu fascínio por teorias apocalípticas não me parece o suficiente. Curiosamente, Michelle descobre que ele já trancou uma mulher lá, possivelmente a matou e tudo. O tempo todo ele se mostra obcecado por ela, se tornando violento quando Emmett (um fofo inocente) se aproxima dela. É daí que vem a maior parte do terror pra mim, não do confinamento e da incerteza do que há lá fora.
Considerações finais: Howard estava certo, lá fora tá tudo mais que dominado por aliens (na descrição diz ficção científica então eu esperava isso). O que leva quem assiste a normalizar as reações psicóticas dele, algo que considero um erro. Uma pessoa pode estar certa e ser completa babaca ao mesmo tempo. No final ela consegue fugir. Lá fora tem 2 aliens. É isso, 2 aliens. O final foi totalmente decepcionante. Ela ouve no rádio que estamos ganhando e que poderiam usar ajuda de quem tem experiência em combate, algo que depois de matar 1 alien ela acha que tem. 
O filme é maravilhoso, o final é decepcionante, sinto que a expectativa sobre o que estava lá fora, qual a verdade, fez a verdade parecer risível.
Nota: 8/10




Amanhã colocarei algum filme antigo, acabou o "moni" pra cinema. Provavelmente Coraline, meu amorzinho de filme. Se tem alguém aí fora lendo isso, me mande sugestões de filmes!!! Please. Se não farei sobre coisas aleatórias e antigas demais. u.u

segunda-feira, 4 de abril de 2016

BATMAN vs SUPERMAN


OK, antes de mais nada, devo avisar: sou muito fangirl do Batman. Tendo isso em mente, vamos ao filme.
Desde o início fui cética em relação a esta produção, com apenas trailers com lutas sem contexto, achei que era uma tentativa desesperada da DC pra correr atrás do público que migra pra Marvel - que tá lá na frente em produções de filmes.
MAAAAAAAAAS. Um pouco de história e amei o filme.

Se passa aproximadamente 2 anos depois de Man of Steel, quando Superman destruiu a cidade inteira - praticamente - pra derrotar um cara. Fala sério, claro que Bruce Wayne estava de olho, e o culpa 100% o Homem de Aço pelas mortes causadas, enquanto o jornalista Clark Kent vê o Batman como ameaça e tenta mostrar isso ao mundo.

Esse filme trata muito o lado político da coisa; até hoje Superman era quase um deus, podia fazer o que fosse para "salvar o dia" sem consequências à destruição certa de prédios e eventuais mortes de inocentes, que havia sido muito excessiva em seu último confronto. O Cavaleiro das Trevas não podia deixar barato, nem o Governo dos Estados Unidos. De um lado, temos Bruce vendo a destruição em terra e querendo retratações, do outro Superman e Louis Lane ainda com o pensamento de que ele ainda era um herói e ponto. E ainda o Governo o convidando gentilmente para ser ouvido publicamente e assumir sua destruição.
 O filme mostra muito bem o ponto de vista do Bruce, para que pudéssemos ver que ele tinha sim, razão em puxar briga com o Clark, ele não era um homem louco. Inclusive, na cena que vemos a luta, senti muito bem o mesmo que meu herói maravilhoso. Mas, como disse, sou fangirl do Batsy e estava do lado dele antes mesmo de saber o que ia acontecer no filme.

Enquanto o lado político come os nervos de aço (foi boa essa hein) do Superman, temos, claro, um vilão. Lex Luthor. Exceto que ele não era o Lex que conhecemos, com motivações para odiar o Super. Ele foi a pior coisa do filme. Era um menino, sem nenhuma motivação mostrada, que odiava o cara e pronto, tivemos que engolir isso. Pior que a falta de história nesse ponto foi o quanto ele era irritante. Uma talvez imitação do nosso amado Coringa, desnecessário. Passaram o coitado de gênio para um riquinho louco. Tinha horas que eu fazia essa cara ao vê-lo:
desespero

Ok, vamos falar sobre o que esse filme realmente é. O começo da Liga da Justiça. Tá no título, a Mulher Maravilha aparece, foi foda. Claro que Batman não ia matar o Super, eles se aliam contra a criação estranha de Lex, que usou os restos de Zod e criou uma arma biológica, aí entra a MARAVILHOSA (tô boa hoje) Amazona que eu sempre quis que existisse fortemente no universo de filmes e séries da DC. O gancho pra ela estar no filme, no entanto, foi fraco. Lex tinha arquivos de meta-humanos como Flash, Aquaman e a própria, e tudo que ela foi fazer lá foi pegar sua foto de volta. Algo que não faz sentido porque ela havia se excluído da sociedade e não ajudava mais ninguém. Era só uma foto.Mas qualquer coisa que me desse o prazer de ter aquela atriz maravilhosa em tela, lutando com escudo, espada e o laço da verdade me é válido.
Olha quem vai ser o Aquaman! Será que agora o respeitaremos?

Vamos a um resuminho, não tão resumido.

Prós:

  • Mulher Maravilha me convenceu 100%. Eu tinha críticas sobre a atriz não ser visivelmente forte, mas foda-se! TEMOS REPRESENTATIVIDADE FEMININA FINALMENTE! Ela estava perfeita, sorrindo ao levar uma surra e depois levantando pra lutar mais.
  • A parte política foi muito bem explorada, principalmente no lado do Superman - com motivos - mas também no lado do Batman. Pra quem trabalham? Superman é praticamente invencível, ele poderia muito bem destruir a todos. Foi lindo.
  • Ben Affleck, apesar de eu ter sido hater com a notícia, foi um ótimo Batman. Uhu. Claro,  Christian Bale continua sendo O MELHOR BATMAN. Mas Ben tá na lista, top 5, depois do Batman de Lego.
  • Clark e Bruce se unindo pela Martha me matou um pouco, foi uma cena linda, o desespero dele ao ver que Martha podia morrer de novo. AAAH.
  • O filme, no geral. Inteiro, com seus núcleos diferentes, efeitos especiais, a música. 
Contras:

  • De novo, mais uma vez, novamente, again, tivemos que ver a cena de como surgiu o Batman. Cara, todo mundo sabe. Foi desperdício de tempo. EM SLOW MOTION. Cara, quem não lembra a cena do poço cheio de morcego? Ate em Gotham já retratou se não me engano.
  • O nome do filme é Batman vs Superman mas eles só lutaram um tiquinho, no final. Achei que podia ter mais luta entre eles pra não restar ressentimento.
  • A Mulher Maravilha teve um gancho ruim e apareceu pouco.
  • O título. Não foi uma briga entre eles, como já falei, pareceu que eles pegaram um pedacinho do filme e foi isso, um título sensacionalista pra atrair fã. Me senti enganada.
  • Lex Luthor.

ENFIM. todo filme de super-herói (que eu acho que não escreve assim) me é válido, se lançar um todo mês eu vou em todos e vou à falência e é isso mesmo. Sempre fui nerd de heróis/livros/séries e não tanto de jogos, então estou feliz com nossas previsões tanto do lado da DC quanto do lado da Marvel. O post ficou super longo, mas eu esperava muito por esse filme, e não é como se alguém ainda lesse o que postamos aqui, já que desde que começamos a postar começamos também a perder seguidores.
Engraçado que inativos por mais de 1 ano tínhamos seguidores, colocamos no ar de volta e todo mundo correu. Mas eu tinha que fazer o registro desse filme histórico.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

O Filme Que Talvez Dê (finalmente) Um Oscar Para Leo DiCaprio

O Regresso. Sinopse: 1822. Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) vai para o oeste dos Estados Unidos ganhar dinheiro caçando com um grupo. Após ser atacado por um urso é deixado para trás com dois homens que deveriam te proteger, entre eles John Fitzgerald (Tom Hardy), que rouba seus pertences e também o abandona à própria sorte. Sozinho e severamente machucado, ele tem que sobreviver ao inverno e a nativos rivais enquanto busca forças em sua sede de vingança. Baseado em fatos reais.

A fotografia do filme é linda, e a atuação de Leo impecável, me cativou do início ao fim. Apesar de durar 2h36min, parece que fiquei no cinema por 3min!
 No começo, quando indígenas atacam o acampamento (é bem no começo, não considero spoiler), achei que seria mais um filme em que o homem branco colonizador seria o herói e teria que matar os sem-inteligência nativos. Mas o filme é muito mais profundo que isso, mostra as atrocidades que os estrangeiros fizeram com nativos, representando não só os EUA como o que aconteceu em toda a América. E, claro, que nem todo homem que chegou era ruim, a exemplo de Glass. É um filme que mostra, mesmo que pouco, o outro lado da história, o lado perdedor, indígena. Em uma linda passagem o líder da tribo Arikara fala que o homem branco roubou tudo deles, o mínimo que podiam fazer era lhes dar cavalos e armas, mostrando que haviam também negociações entre as nacionalidades.

Há muitos motivos para eu amar esse filme. Sou louca por história, portanto amo filmes historicamente bem feitos.

Não é por nada que O Regresso é a grande promessa para o Oscar, indicado em 12 categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor (Alejandro G. Iñárritu), Melhor Ator (Leo DiCaprio), Melhor Ator Coadjuvante (Tom Hardy), Melhor Fotografia (Emmanuel Lubezki, em sua terceira indicação consecutiva), Melhor Figurino, Melhor Maquiagem e Cabelo, Melhor Mixagem de Som, Melhor Edição de Som, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Design de Produção e Melhor Edição. Ufa!

Minhas maiores recomendações à esse filme. 10/10

sábado, 30 de janeiro de 2016

Caçadores de Emoção: Além do Limite

       Estreou dia 28 e me deixou em conflito. A história é remake do filme de 1991, no qual Johnny Utah, (quase) agente do FBI se infiltra em um grupo de surfistas, suspeitos de cometerem crimes e escapar usando esportes radicais. Utah, que fora atleta radical, acaba se aproximando demais do grupo, e tem que decidir de qual lado está.
      Pois bem. Vi alguns críticos dando avaliações ruins e após ver o trailer fiquei dividida sobre em quem acreditar: pessoas que assistiram e recomendaram ou os críticos. Bom, os críticos estão certos.
      Apesar de ter os mesmos personagens e sinopse parecida, as semelhanças com o original de 1991 acabam aí. A motivação para tudo que Bhodi e sua trupe fazem, como entrar em um avião cheio de dinheiro e soltá-lo no ar é puramente ecológica e sem sentido. Talvez uma forma de tentar fazer quem assiste se identificar com os personagens. Eles afirmam que devem devolver à natureza o que lhe foi tirado - mas como jogar papel no ar e explodir minas de ouro ajuda a natureza mesmo?
      Os personagens não são nem parecidos com os originais falando em termos de personalidade, e são pobremente construídos. Tive mais interesse pela cadeira vazia à minha frente no cinema que por qualquer personagem apresentado. Aliás, o cinema estava praticamente vazio.
      Além disso, há incontáveis diálogos constrangedoramente longos sobre a natureza e como a Terra está morrendo, explicando várias e várias vezes para quem assiste o porquê de eles estarem fazendo aquilo. Me senti uma criança. Uma criança burra. O roteiro foi falho, com atores que realmente tentaram tirar algo bom dali. A parte boa do filme? Os cenários. Eram lugares lindos, com fotografia impecável, mostrando todas as manobras muito bem. Pelo menos isso, já que particularmente, quando assisti todas as cenas de ação não senti nada além de tédio. Algo digno de uma Sessão da Tarde da vida. Juro que tive que me segurar para não dormir. Esse filme foi apenas um trailer muito bom e muita decepção. Em 1 semana o terei esquecido.

Em resumo.
Parte boa: os cenários.
Parte ruim: o resto.

1/10

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Warcraft!

Primeiramente, obrigada Blizzard. Em segundo lugar, obrigada Universal Pictures.
Warcraft é criação da Blizzard Entertainment, narrado em jogos e livros a história do Reino Azeroth. A franquia rendeu 4 jogos, Warcraft: Orcs & Humans; Warcraft II e III e o meu amado World of Warcraft. Agora, graças à Universal, vira filme.
O plot do filme será o seguinte: Azeroth está à beira de uma guerra. Sua civilização, comandada por Humanos é invadida por hordas de Orcs, que fogem de seu quase morto mundo, Draenor em busca de sobrevivência. Quando o portal conhecido como Dark Portal se abre e conecta os dois mundos, humanos encaram destruição enquanto orcs encaram extinção. Anduin Lothar, líder dos humanos, e Durotan, líder dos orcs, se confrontam para saber qual será o destino de suas raças.
Veja o trailer oficial aqui e o legendado aqui.
Como fã suprema extrema de World of Warcraft estou muito animada pra ver as raças que amo interpretar lutando, no começo da guerra entre o que conheço como Horda e Aliança.
Warcraft será lançado dia 26 de maio de 2016. Espero ansiosamente!

“Na era do caos, duas facções lutam pelo domínio. O próspero reino de Azeroth, onde os humanos que lá vivem tornaram a terra num paraíso, onde os cavaleiros de Stormwind e os clérigos de Northshire Abbey rumavam longe, servindo ao povo do reino com honra e justiça e na qual os bem treinados exércitos do rei mantiveram uma paz duradoura por gerações. Então vieram as hordas de Orcs. Ninguém sabia de onde vinham tais criaturas e ninguém estava preparado para o terror que espalharam. Os seus guerreiros empunhavam machados e lança com uma maestria mortal, enquanto outros montavam lobos negros tão escuros como uma noite sem lua. Inimagináveis eram os poderes destrutivos das suas malignas magias oriundas do fogo do submundo. Com um engenhoso arsenal de armas e magias poderosas, estas forças colidiram numa disputa de astúcia, inteligência e força bruta, em que o vitorioso reclamará o domínio de todo(a) Azeroth. Bem vindo ao mundo do Warcraft.”

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O Bom Dinossauro

A nota do Enem saiu faz poucas horas e O Bom Dinossauro é um ótimo filme pra descontrair desse tenso momento.

Sinopse: o asteroide que extingue os dinossauros da face da Terra passou direto sem causar dano algum aos habitantes gigantes. Esse filme nos mostra como a vida teria evoluído a partir desse momento. Invenção da agricultura e pecuária, grandes marcos na nossa história para deixar o nomadismo foram inventadas pelos dinos (algo que achei muito interessante, a civilidade onde só vemos selvageria e luta por sobrevivência). O foco dessa história é uma família de apatossauros (quem lembra do Littlefoot?) na qual o caçula Arlo faz uma amizade improvável com um humano.

É uma verdadeira saga. Arlo aprende a perder seus medos ao mesmo tempo que o humano o cativa. É um filme divertido que nos proporciona pensar muito. Por exemplo, Spot (graças à dublagem não sei se é Spot ou Sport mas tá por aí) se porta como cão, na inversão do que vemos nos Flintstones em que dinossauros são os "cães". Nessa versão os civis são gigantescos e nós, em nossa pequeneza, nos portamos selvagemente, o que em minha opinião seria mais verídico, veja onde chegamos não é mesmo? Spot é muito carinhoso e protetor, me pergunto quando na evolução perdemos tais traços e ficamos tão egoístas. É um filme que permite que reflitamos. Acho isso interessante. Vemos emoções humanas em Arlo e uma complexidade enorme no personagem.

Vi muitas semelhanças com O Rei Leão, também da Disney, então sim, se prepare para chorar e rir muito. As paisagens nesse filme são perfeitas. Perfeitas. Em alguns momentos me peguei pensando se eles haviam filmado lugares reais e integrado ao filme, isso me fez prestar mais atenção aos detalhes. Parceria da Disney com Pixar só poderia ser muito bem feito.

Recomendo. E muito.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

[Cinema] A 5ª onda

Sinopse: Quatro ondas consecutivas de ataques cada vez mais mortais dizimaram boa parte do planeta Terra. Vivendo em um ambiente de medo e desconfiança, Cassie (Chloë Grace Moretz) está em uma corrida desesperada na tentativa de salvar seu irmão menor. Enquanto ela se prepara para a inevitável e letal quinta onda, que supostamente dizimará toda a terra, Cassie se alia à um jovem rapaz que pode ser sua esperança final – se ao menos ela pudesse confiar nele.
Título original: The 5th Wave
Título brasileiro: A 5ª Onda
Data de lançamento: 22/01/2016
Data de lançamento (Brasil): 21/01/2016
Gênero: Aventura; Ficção científica; Thriller
Diretor: J Blakeson
Roteiro: Susannah Grant, Akiva Goldsman & Jeff Pinkner
Produtores: Graham King, Tobey Maguire, Matthew Plouffe e Lynn Harris
Produtores executivos: Denis O’Sullivan, Richard Middleton e Ben Waisbren
Estúdio: Columbia Pictures, GK Films, Material Pictures
Distribuidor: Sony Pictures Entertainment (EUA)

O filme foi beasado no primeiro volume da trilogia de mesmo nome, de Rick Yancey, que tem seus dois primeiros volumes, A Quinta Onda e O Mar Infinito, publicados aqui no Brasil pela Editora Fundamento. O filme promete surpreender bastante, com uma temática que alveja o público jovem, numa pegada bem Jogos Vorazes e Divergente, e toda a equipe do Bosque Entre Mundos está ansiosa para assistir! Quem vai assistir também? E fiquem ligados, vem aí análise detalhada do filme e resenha do primeiro volume da trilogia.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

No Coração do Mar

O clássico da literatura Moby Dick ganha vida nesta produção do diretor Ron Howard. Estreou diz 3 de dezembro e me prometeu ser incrível, eu tinha altas expectativas já que amo o livro. 

Sinopse: no inverno em 1820, o barco baleeiro de New England (EUA) Essex foi atacado pela nossa querida e vingativa baleia branca. Algo que inspirou o livro. No filme é contada a história além da obra literária, narrando as consequências do encontro para a tripulação, levada ao limite para sobreviver enquanto o Capitão George Pollard (Benjamin Walker) busca uma saída em mar aberto e seu Imediato Owen Chase (Chris Hemsworth) tenta matar a grande baleia.

Pessoalmente, achei que o filme deixou a desejar. Foi bom, tem qualidade, mas o diretor é conhecido por trabalhos como Rush, então tem potencial para algo melhor, afinal ele já ganhou Oscar de Melhor Diretor com o filme com Uma Mente Brilhante.  Bom. É uma boa pedida, mas está mais para Sessão da Tarde que para Oscar.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Star Wars - O Despertar da Força

A Força desperta dia 17 de dezembro. Você está pronto? Já foi confirmado que o filme terá 2h16min (136 minutos), o que já me era esperado e deixa o filme na média dos anteriores. Não sabemos ainda a sinopse exata, mas com os trailers podemos esperar apenas um ótimo filme.
Confesso que eu, como muitos fãs de Star Wars, fiquei com um pé atrás ao saber que teríamos um sétimo episódio. Talvez sendo, para mim, a melhor franquia de ficção científica, tive medo da Disney não saber continuar. Mudei de opinião quando vi esse trailer:
Me deu arrepios. O que me deixou realmente animada para ver na pré-estréia. Amo toda a franquia e a cada trailer revelado consigo ver o quanto a Disney se superou. Desde os filmes da Marvel pude ver suas superproduções, porém ainda achei que não seriam capazes de fazer uma continuação. O sabre de luz estranho foi um prato cheio para fãs que como eu estavam céticos.
E sobre isso, J.J. Abrams, o diretor, se manifestou em entrevista para o Collider
“Posso dizer que a parte engraçada, desde a revelação do sabre de luz, é que não consigo dizer quantos e-mails contraditórios recebi de pessoas que o defenderam com gráficos inacreditavelmente detalhados. Recebi coisas malucas, e tive pessoas que disseram como isso não fazia qualquer sentido. Tem sido engraçado ler os argumentos de tantas pessoas sobre isso.”
O que se pode dizer? O sabre de luz de Kylo Ren já é símbolo do personagem, com arma e visual que ficarão marcados em nossas mentes.
Outra polêmica que a meu ver não é nada justa, é o Stormtrooper negro. 

O racismo estava forte nos comentários. Alguns até tentaram fazer sentido, afirmando que Stormtroopers eram clones caucasianos. ERRADO!! Os primeiros eram sim, clones. Todos iguais. Mas não eram brancos não. Lembrem que eles eram todos clones de Jango Fett, que não é branco, ele tem pele parda. Interpretado por Temuera Derek Morrison.
O que não impediu os racistas do fandom de se pronunciarem, que mesmo assim, ele não é negro. Porém o que esses fãs -que-não-são-tão-fãs esqueceram que apenas nas guerras clônicas, no segundo episódio, isso é verdade. Na época do Episódio IV, o império está recrutando soldados! Aliás, o tema do filme é que Luke Skywalker queria se alistar para sair de Tatooíne! O IMPÉRIO ESTAVA RECRUTANDO PESSOAS PARA SUAS FILEIRAS, E ISSO É DITO CLARAMENTE NO FILME. Então racistas não passarão, porque é extremamente plausível, e necessário, em um filme em que só vemos personagens brancos, termos um stormtrooper negro. Deixem John Boyega em paz! Julguem-no pela sua atuação, caso esta seja falha (o que duvido muitíssimo). O ator se pronunciou em seu Instagram sobre o assunto: “Obrigado a todos pelo amor e apoio! As mensagens e artes dos fãs me encheram de alegria! Não é uma loucura que Star Wars esteja acontecendo de verdade? Estou no filme, mas como um fã de Star Wars estou muito empolgado. Um ano é bastante tempo, mas a espera valerá a pena. E a quem possa interessar… Se acostumem com issoTraz gelo pra queimadura desses haters.

Continuando.
Nada me animou mais do que esse trailer mais recente:
HAN SOLO E LEIA. Apenas meu coração parou de alegria. Apesar da pobre Princesa Leia só aparecer um breve momento, achei fantástico. Teremos muito o que comentar após a estréia desse filme que promete muito, e que todos esperamos que cumpra as altas expectativas.
Sobre esses dois personagens épicos que amamos: continuam lindos e Han Solo ainda é sexy. Só digo isso. Espero ver muitas alfinetadas desses dois personagens tão únicos e ácidos.

Só nos resta agora esperar. Farei updates sobre essa saga incrível, que desde minha infância me cativou. E vocês? Já escolheram seu lado?

Beijos na testa, Kkau

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Críticas a Jogos Vorazes: A Esperança Parte II

  

Quem não esperou impaciente pelo desfecho de Jogos Vorazes? O dia chegou, já assistimos e aqui vai minha crítica. Atenção: SPOILERS

A franquia começou bem, os primeiros dois filmes fiéis aos livros, que são muito bem construídos por Suzanne Collins, com pequenas mudanças (nem tudo é perfeito). A quem não leu os livros, foi bem fácil entender o que estava acontecendo, algo que algumas adaptações acabam por falhar (Percy Jackson, estamos falando de você). O contexto político nos tirou do romance de sempre, apesar de ter um trio amoroso - bem batido, não é mesmo - e a história se intensifica ao longo do tempo; a guerra toma forma, os revolucionários contra Capital; vidas são perdidas; a narrativa torna-se mais fria ao longo da saga, junto com o tom depressivo em que cai a protagonista.

A primeira parte nos deixa com um nó na garganta depois de sua conclusão. Mesmo quem sabia o que aconteceria se surpreendeu com a cena tão bem executada e cheia de ódio, quando o doce Peeta tenta sufocar sua amada Katniss. Bem chocante. 

Na continuação o amigo se torna inimigo, e tem que conviver lado a lado. A presidente Coin começa a revelar sua ganância, e desde a parte I notamos sutilmente que tudo está mudando para que nada mude. Uma falsa sensação de vitória da parte dos que tanto sofreram com Snow, sem ao menos notar que seria o mesmo com Coin.

A fragilidade dos relacionamentos, não só de Peeta e Katniss como o dela com Gale, nos mostra as consequências da guerra. O fato dos três serem uma fortaleza e não se chocarem com mortes facilmente foi uma boa coisa para evitar drama desnecessário, porém os tornou frios e alheios a mortes importantes. Para quem leu o livro, principalmente, minimizar certas coisas doeu de se ver.

Me decepcionou muito o fato de parecer estar vendo um filme de terror em certas partes. Não por dar medo, mas por ser tão previsível. O que o diretor Francis Lawrence não soube trabalhar nesse filme, infelizmente, foi o elemento surpresa. Assim como alguns personagens adicionados eram claramente para preencher tempo, como disse João Ricardo, nosso querido escritor daqui, sobre a Cressida, interpretada pela Natalie Dormer "ela só aponta onde as câmeras vão ficar?". Essa foi a sensação geral com alguns personagens, de inutilidade. Pude quase pressentir que quem não estava no livro estava no filme apenas para morrer. O que se mostrou verdade.

O triângulo amoroso foi algo que incomodou bastante. Impossível não comparar a Katniss do livro - forte, independente, que não se importa com quem vai ficar, que sobrevive - com a Katniss do filme - faz uns vídeos, corre atrás do Gale quando fica chateada com Peeta, ou o contrário - foi algo muito explorado quando o foco deveria ser outro. No fim das contas, ela pareceu não muito influenciar em nada.
Nada é tão ruim que não possa ficar pior. O final do livro. É chato. Bem chato. Fofo, mas chato mesmo. O final do filme é pior ainda. Poderia dormir nele, parece até A Marca de Atena, de Rick Riordan, que também teve essa pegada bem Crepúsculo, que não tem nenhum sentido perto do filme sombrio construído. Algumas cenas foram muito mais impactantes no livro que no filme, como quando Katniss queima - no livro ela ficava destruída, todo o rosto queimado, corpo, cabelo, passa por diversas cirurgias e entra em depressão. Sei que é por ser proibido para 14 anos, mas foi difícil de engolir o quanto certas cenas foram diminuídas e suavizadas.

No fim das contas o filme deixou uma sensação de que nem havia acontecido. Ninguém falou sobre quando fomos comer. Foi apenas decepcionante. Pelo menos conseguimos uma boa foto.

                             
                                                                    somos fofos

   Enfim, o tordo se libertou. À caminho da Terra da Decepção, perto da Torre da Sonolência.




                           Beijos na testa, Kkau

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Ronaldo - O filme

         Olá, pessoal! No meu primeiro post dessa nova etapa do blog, falarei sobre o filme do Cristiano Ronaldo, um filme com uma temática um pouco diferente do estilo que o blog vem assumindo nos últimos anos. Mas vamos lá!
          O filme foi lançado recentemente, mas somente nos cinemas da Europa (fiquei super decepcionada) e está disponível no itunes e ilegalmente na internet também haha. Eu escolhi esse filme pois, apesar de não ser um tema muito abordado aqui, sou apaixonada por futebol e acho que pode ser interessante até para quem não gosta muito.

   Esse é o primeiro filme oficial de uma estrela do futebol e pela primeira vez podemos conhecer esse mundo mais de perto. E esse é um ótimo filme para perceber o efeito da mídia nas celebridades e até onde as informações que nos apresentam são verdadeiras. Uma das minhas cenas preferidas é quando Messi aparece e brinca com o filho do Cristiano, mostrando que toda essa rivalidade que a mídia cria  entre os dois melhores jogadores do mundo não é algo relevante para eles.
       Ao assistir o filme, você pode perceber que ele foi feito para agradar os fãs e o próprio jogador disse que esse era o objetivo do filme mesmo e eu achei isso ótimo até porque sou torcedora do Real Madrid haha. O filme reforça o lado vaidoso do jogador e sua confiança em ser o melhor do mundo, pois mostra sua rotina para ser o melhor.Houve muitas críticas em relação à isso (para variar), pois já é rotina pegar no pé do jogador por causa disso.
No mais, recomendo o filme para poder entender melhor o dia a dia do CR7 e o quanto ele trabalha para ter o que tem.

Ps: O filho do Cristiano não é um fofinho? *-*

É isso, pessoal! Espero que tenham gostado e quem quiser ver o trailer, aqui está:
:

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Especial - 50 Anos do Homem - Aranha

 Há exatos 50 anos, o Homem-Aranha, personagem da Marvel Comics, apareceu pela primeira vez. Em agosto de 1962, na décima quinta (e última) edição da revista Amazing Fantasy, surgia o super-herói aracnídeo criado por três monstros sagrados dos quadrinhos: Stan LeeJack Kirby Steve Ditko.





09Jul2012
  O Homem-Aranha foi levemente inspirado na personagem das histórias pulp The Spider (O Aranha), protagonista de vários contos. Diferente de todos os super-heróis da época, porém, Peter Parker foi desenvolvido por Lee e Ditko como um adolescente comum e não o tradicional herói imponente e musculoso. Em sua origem, um garoto, criado pelos tios, genial e impopular no colégio, é picado por uma aranha radioativa e desenvolve força e agilidade proporcionais às de um aracnídeo. Inicialmente ele tenta usar tais habilidades para ganhar fama e dinheiro, mas ao descobrir que um ladrão que ele impediu de escapar foi o assassino de seu tio, Peter Parker decide usar seus poderes para o bem, vivendo através do lema de seu Tio Ben: "Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades".
Nessas cinco décadas de história, o Homem-Aranha saiu dos quadrinhos para ganhar séries de televisão, desenhos animados, games, musicais, merchandising e filmes, tornando-se uma das maiores franquias da indústria do entretenimento.Um novo filme, O Espetacular Homem-Aranhaacaba de chegar aos cinemas, aumentando ainda mais a popularidade e a abrangência do super-herói.
Fonte

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

#Dica da Semana

Noite de Ano Novo

Elenco: Halle Berry, Katherine Heigl, Sarah Jessica Parker, Lea Michele, Robert DeNiro, Zac Efron, Hilary Swank, Michelle Pfeiffer, Ashton Kutcher, Abigail Breslin, Jessica Biel, Jon Bon Jovi, Sofia Vergara, Taylor Swift, Hector Elizondo, Sienna Miller, Seth Meyers, Til Schweiger, Josh Duhamel, Ice Cube e Ryan Seacrest.

Direção: Gary Marshall
Gênero: Comédia Romântica
Duração: 118 min.

Sinopse: Enquanto 'Idas e Vindas do Amor' se passa no Dia dos Namorados, 'Noite de Ano Novo' acompanha personagens durante a véspera de Ano Novo. O filme celebra o amor, a esperança, o perdão, uma segunda chance e um novo começo, no entrelaçamento de histórias de casais e solteiros, em meio à pulsação e promessas da cidade de Nova York, na noite mais deslumbrante do ano.

Trailer


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

#DicasDeFilmes

Olá, pessoal!Escolhi 3 filmes que eu adoro, para colocar no #DicasDeFilmes.
Espero que gostem! E me digam os seus preferidos.
Amor Sem Fim
Título original: Endless Love
Lançamento: 1981 
Direção: Franco Zeffirelli
Atores: Brooke Shields, Martin Hewitt, Shirley Knight, Don Murray.
Duração: 115 min
Gênero: Romance

Sinopse:Jovem casal se apaixona perdidamente, mas David Axelrod (Martin Hewitt) tem 17 anos e Jade 15 (Brooke Shields), então às vezes fica difícil extravasar este amor. Assim tem relações dentro da casa dela. Quem primeiro descobre o que está acontecendo é Ann (Shirley Knight), a mãe de Jade, que aceita muito bem esta situação. Porém este romance não é aceito por Hugh (Don Murray), o pai de Jade. Um dia a situação explode e Hugh diz para Jade que ela não poderá receber o namorado. Então David, de maneira obsessiva, cria um plano para ficar nas boas graças da família dela, mas os resultados são dramáticos.

Ritmo Quente
Título original:
 Dirty Dancing
Lançamento: 1987 
Direção: Emile Ardolino
Atores: Jennifer Grey, Patrick Swayze, Jerry Orbach, Cynthia Rhodes.
Duração: 97 min
Gênero: Romance

Sinopse: Em 1963, Frances Houseman (Jennifer Grey), uma jovem de 17 anos, viajou com seus pais, Marjorie (Kelly Bishop) e Jake Houseman (Jerry Orbach) e sua irmã Lisa (Jane Brucker) para um resort em Catskills. Ao contrário de Lisa, que pensa em roupas, Frances é idealista e quer estar no próximo verão no Corpo da Paz estudando a economia dos países do Terceiro Mundo. Assim, ela espera que este seja o último verão como uma adolescente despreocupada, mas Frances não se dá muito bem com sua irmã mais velha e está entediada em tentar distrair os hospedes mais velhos (foi envolvida nesta situação por seu pai). Até que numa noite Frances ouve algo que parece ser um som de festa no alojamento dos funcionários (que os hospedes não podem ter acesso). Ela consegue entrar na festa graças a um empregado e descobre que ali o pessoal realmente se diverte com danças, que Max Kellerman (Jack Weston), o dono do hotel, não permite. Frances chega a dançar com Johnny Castle (Patrick Swayze), um professor de dança, e logo fica apaixonada por ele. Quando Penny Johnson (Cynthia Rhodes), a parceira de dança de Johnny, fica grávida por ter se envolvido com Robbie Gould (Max Cantor), um dos garçons, ela se oferece para aprender a dançar e substituir Penny, mas seu pai, quando descobre, não gosta disto, pois considera que Johnny é de outra classe social e Frances é jovem demais para entender seus sentimentos.

 Moulin Rouge - Amor em Vermelho
Título original: Moulin Rouge
Lançamento: 2001 
Direção: Bazmark Luhrmann
Atores: Ewan McGregor, Nicole Kidman, John Leguizamo, Jim Broadbent.
Duração: 126 min
Gênero: Musical

Sinopse:Christian (Ewan McGregor) é um jovem escritor que possui um dom para a poesia e que enfrenta seu pai para poder se mudar para o bairro boêmio de Montmartre, em Paris. Lá ele recebe o apoio de Henri de Toulouse-Latrec (John Leguizamo), que o ajuda a participar da vida social e cultural do local, que gira em torno do Moulin Rouge, uma boate que possui um mundo próprio de sexo, drogas, adrenalina e Can-Can. Ao visitar o local, Christian logo se apaixona por Satine (Nicole Kidman), a mais bela cortesã de Paris e estrela maior do Moulin Rouge.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

#Dica da Semana

Quem Não Cola Não Sai da Escola 

Cheats (br: Quem Não Cola Não Sai da Escola - pt: Os Trapaceiros) é um filme de comédia produzido em 2002 sobre quatro amigos que vem colando na escola por todo o colegial, e tem que passar por várias dificuldades para não serem pegos antes de chegar à faculdade. Estrelando Trevor Fehrman, Matthew Lawrence e Mary Tyler Moore.





Ferris Bueller's Day Off

Ferris Bueller's Day Off (Curtindo a Vida Adoidado (título no Brasil) ou O Rei dos Gazeteiros (título em Portugal)) é um filme estadunidense, do gênero comédia, dirigido por John Hughes, considerado "o mestre dos filmes adolescentes dos anos 1980". Sua estreia se deu a 11 de junho de 1986.
O filme, cuja história trata de um jovem que, para aproveitar a vida, finge estar doente para matar aula junto com sua namorada e o melhor amigo.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Amanhecer está chegando!

Novembro chegou e com ele veio um novo trailer de "Amanhecer Part: 1".
Neste novo trailer, Bella aparece com seu barrigão de grávida e dá para perceber o clima pesado entre os personagens.

As estrelas de um dos nossos filmes favoritos ganharam um espacinho na calçada da fama. Robert Pattinson, Kristen Stewart e Taylor Lautner, da saga "Crepúsculo", participaram da cerimônia de posse da Calçada da Fama neste dia 03/11.

Durante a cerimônia, o apresentador Jimmy Kimmel até brincou dizendo que Taylor Lautner também colocaria seu tanquinho por lá. 

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Qual Seu Número?

(FILME) SINOPSE

Mulher vai atrás dos 20 últimos homens com quem se relacionou em busca do amor de sua vida.

Trailer de "Qual o Seu Número?"

 

 

 

(LIVRO) SINOPSE

Delilah Darling tem quase 30 anos e já se relacionou com 19 rapazes. Sua vida sentimental não tem sido exatamente brilhante, pois todo cara que conhece parece fugir do relacionamento. Quando lê uma matéria no jornal em que a média de homens para uma mulher é de 10,5, fica desesperada e assustada por estar muito acima dessa média. Além de tudo, o artigo no jornal terminava falando que, se a mulher tivesse o número acima dessa média, seria impossível a pessoa certa. Na tentativa de não aumentar seu número e perder de vez a chance de se casar, Delilah sai à procura de seus antigos namorados e tenta reconquistá-los. Será que um deles estará disposto a esquecer do passado e começar uma linda história de amor? Qual seu número revela os segredos de cada mulher e prova que, quando se trata de assuntos do coração, números são apenas uma fração de tempo.


Quer concorrer ao livro? acesse o link e participe!

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